terça-feira, 10 de abril de 2012

Lei de Murphy nas Estradas Brasileiras

Fala galera, beleza?

Hoje tive uma experiência bem da desagradável, algo digno de compartilhar meu pensamento com vocês: a lei de Murphy aplicada nas estradas brasileiras. Particularmente nas estradas de mão dupla.

Meu percurso foi de 182 Km. Agora apliquemos uma lei matemática moderna, muito válida em SP: tempo como unidade de medida de distância. A distância entre minha origem e meu destino era de 2 horas, levando em conta algo como 100 Km/h de velocidade.

Só que aí não levei algumas incógnitas em consideração, tais como estradas do MT são bem piores que a fama das de MG, ou que seria mão dupla (acostumado com Anhanguera, Bandeirantes... pfff...) e a mais importante: 90% dos caminhões nacionais circulam na mesma estrada que viajei (informação não confirmada, mas que parecia, parecia!).

Concluindo: algo que pensei que faria em 2 horas, acabei levando quase o dobro! Mas o que tudo isso tem a ver com a famosa "Lei de Murphy"? Lembra da incógnita mais importante que falei, dos caminhões? Pois é: a combinação caminhões + estrada mão dupla = ultrapassagem impossível.

E é aí que entra a lei: você está viajando normalmente, até que aparece um caminhão. Nessa hora, não há ninguém na outra mão, porém a faixa no chão é contínua, impedindo que você ultrapasse com segurança. Quando ela finalmente fica descontínua (e aí você pode enxergar a Km's a sua frente), a mão contrária passa de "Deserto do Saara" a "China" (lugar mais populoso do mundo).

Como é possível que isso aconteça em 95% (mero chute, mas não deve ser muito menos que isso não!) das vezes??? Raras as vezes tive a chance de ultrapassar com segurança, e esse foi o principal motivo de ficar o dobro do tempo na estrada, atrás de caminhões...

E não se iluda: a imagem é só um desejo para minha volta...

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